que tortura, essa incessante procura
que delíquio, que
vertigem constante
desvairada busca,
cruciante loucura
rostos, desgostos, cenário alucinante
instala-se o degredo, pela vida fora
vazio este exílio, sem novas, sem luz
pelo tempo perdura, o
sangue devora
busco auxílio, o
segredo não me seduz
quisera ser Ícaro e
até ao sol voar
desse labirinto poder assim escapar
e cadente, despenho-me a perceber
que se esse amor não
encontrar
a procura apenas irá
findar
no dia em que por ele
morrer.


Sem comentários:
Enviar um comentário