Clique numa das páginas para opções

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

pentágono circular



Plínio amava Vera
Que não sabia se amava alguém

Manuela amava Plínio que amava Vera
Como ninguém

Plínio namorava Dara, namorava Manuela
Manuela e Dara amavam Plínio
Que julgava amar Vera

Plínio não amava Dara, não amava Manuela
Maria amava Plínio
Que não sabia se amava Maria

Vera julgou amar Augusto
que amava Vera

Sara amava Plínio, que julgou
Poder amar Sara, esquecer Vera, esquecer Maria

Manuela detestava Vera que
Detestava Plínio

Dara detestava Manuela e detestava
Vera, que detestava Dara

Maria detestava Sara, mais detestava
Vera, menos Dara
Manuela era indiferente
Sara detestava Maria que detestava Vera

Augusto não convenceu
Vera retrocedeu e
julgou amar Plínio

Manuela esqueceu
Dara recolheu
Sara conformou
Maria desesperou porque amava Plínio
Como ninguém

Vera amava Plínio
Que não sabia se amava alguém


2 comentários:

redeazul disse...

que grande filho da puta, esse plínio!

redeazul disse...

"Quando uma relação tem que terminar, e a coisa não ata nem desata, a mulher resolve o problema, recorrendo ao seu inato sentido prático : põe-te os cornos e acabou-se. Problema resolvido.

Agora já descobriste o que sentem as mulheres quando são trocadas por outra, mais nova.

Também agora percebes que, afinal, elas se chateam com o facto de teres uma amante, ou duas, por seres o perfeito bronco com elas e de as tratares como putas. Quando acordas, constatas que as habitantes de Vénus, não perdem tempo em guerrinhas como os marcianos. São rápidas e surpreendentes : vão-se embora, simplesmente. E quem ficar que feche a porta."
(ninguém diria melhor)